3.8.05
I could be hopeless, I could be lonely
Eu não costumo escrever sobre minha filha. Tenho meus motivos particulares.
Mas eu a amo. Ela é um pequeno bastião de esperança, uma bandeira fulgurante sobre uma montanha de navalhas e esperanças
partidas. Ela é a minha chance. Minha esperança. Minha realização. E talvez, apenas talvez, meu legado.
Eu a amo. E temo, mais que qualquer outra coisa, errar. Magoá-la. Porque eu faço isso com todos que amo... e todos eles
eventualmente deixam de me amar.
Isso soa meio patético, mas eu preciso do amor de minha filha como um afogado precisa de ar, um faminto de comida, e um poeta
de iluminação.
O dia dos pais está chegando!
Assim disse Kat as 17:34.
Fala ae!
Nada dito neste site e verdade.