31.8.04
Placebo.
Saudações.
Há muito a ser dito, não? E, ao mesmo tempo, pouco.
Primeiros, os fatos de menor importância. Meu computador quebrou, continuo trabalhando na Laser, não parei de fumar... de fato, muito continua igual.
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Amigos.
Muitos daqueles que eu considerava amigos já não se encontram, efetivamente, na minha vida. Compreensível e esperado. É difícil considerar certas pessoas amigas hoje em dia... e, chances são de que a maioria das pessoas que lê este blog se encontra atualmente na categoria de 'já-foi-meu-amigo'. Sorte a de vocês, creio. Mas, de qualquer maneira, já não mais importa. Já não mais me importo.
De fato, certas... revelações recentes me surpreenderam, de alguma maneira. Eu já sabia que havia quem me mostrasse sorrisos e trabalhasse contra mim no entretempo; apenas não sabia que eram tantos. Ou, na verdade, a maioria daqueles ditos meus amigos.
Ele é bacana, mas... é um tremendo filho da puta egoísta. VocÊ não deveria se envolver com ele. Quantos de vocês que estão lendo isso já disseram essa frase, ou uma muito parecida?
Mas, bem, estou certo de que vivem vidas plenas e felizes, e que isso não faz diferença. Certamente nenhum de vocês tem delírios de grandeza, angústia existencial, insegurança ou simples mágoa adolescente. Não, decerto que não. Devem ser outras pessoas.
De qualquer modo, essa é minha despedida. E meu pedido, também: se é assim que você se sente, se é assim que você pensa, não finja por minha causa. Eu apenas vou achar que você está fazendo papel de idiota.
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Trabalho
Eu trabalho demais pro pouco salário que ganho. E sinto falta de tempo pra fazer o que quero, o que preciso. Mas, é um mal necessário, portanto tentarei sobreviver. De qualquer maneira, procuro trampo que pague melhor.
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Família
Pouco tenho visto meu pai. Menos ainda minha mãe e irmãs. Tenho visto Clarissa muito menos do que gostaria. O mesmo vale pra Na-chan, mas isso é um postulado. Me preocupo um pouco com minha família, neste momento... mas, ao mesmo tempo, já não tenho paciência pras mesmas falsidades e surtos de estupidez de sempre.
Realmente gostaria de ver Clarissa mais... pois sei que meu papel como figura paterna tem sido claramente substituído, de forma não-intencional, por Ariel, que a vê e convive com ela mais que eu. Isso me enche de um sentimento que não sei bem descrever... um misto de auto-depreciação, tristeza, nostalgia, e raiva. Não ódio. Ainda não.
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Sentimentos
Há aqueles, entre vocês, que acreditam que eu me forço a continuar a gostar de Na-chan, que eu me forço a não gostar de outras pessoas, que eu me fecho numa carapaça pra não demostrar meus sentimentos.
Idiotas.
Eu não demostro meus sentimentos em muitas situações, verdade. Mas o que vocês não entendem é que eu consideraria gostar de outra pessoa uma coisa
boa. Que eu acreditaria que finalmente poderia me livrar desse sentimento estúpido que me consome, dessa obsessão auto-destrutiva. Mas, simplesmente não ocorreu até hoje, e, pelo que experienciei até agora, não creio que acontecerá. Veja bem o uso da palavra 'creio'. Eu posso estar errado; eu admito a possibilidade. Mas não é o que parece, até agora. Eu tenho grande apreçopor aqueles que considero meus amigos, tão poucas pessoas que se poderia contar na mão. Na mão esquerda do Lula. Mas, esse apreço... é amizade, apenas. Sempre foi, e eu sempre busquei deixar isso claro.
Mas, como sempre, não fui levado a sério. Não acreditaram em mim.
Isso está começando a me encher.
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Escrita
Escrevi um pouco mais da história do Apocalipse Fofinho, comecei Pathetic Boy, e escrevi mais da história de Xitão. Porém, não tenho acesso a meu computador, e, portanto, nada posso colocar aqui. Por enquanto.
Gostaria de poder, efetivamente, voltar a passar a madrugada escrevendo. Uma pena que já não tenha o tempo.
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Música
Essa música faz parte de um filme, um filme que, enquanto não sendo muito bom, tem muito significado pra mim. Especialmente a trilha sonora. Não traduzirei; que cada um faça a própria tradução. Ah, sim: estou escrevendo de cabeça; podem haver pequenos erros. Os
bolds são meus.
Sucker love is heaven sent
You pucker up, our passion spent
My heart's a start, your body is rent
My body is broken, yours is spent
Carved your name into my arm
Instead of stressed I lie here charmed
'Cause there's nothing else to do
Every me and every you
Sucker love, a box I choose
No other box I choose to use
Another love I would abuse
No circumstances could excuse
In the shape of things to come.
Too much poison come and gone
'Cause there's nothing else to do
Every me and every you
Sucker love is known to swing
Prone to cling and waste these things
Pucker up, for heaven's sake
There's never been so much at stake
I serve my head up on a plate
My only comfort is calling late
'Cause there's nothing else to do
Every me and every you
Like the deaf leads the blind
I know I'm selfish I'm unkind
Sucker love, I always find
Someone to bruise and leave behind
All alone in space and time
There's nothing here but what here's mine
Something borrowed, something blue
Every me and every you
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Finalizando...
Poderia colocar em muitas palavras, mas prezo a simplicidade.
Sinto uma falta terrível de Na-chan.
Assim disse Kat as 00:07.
Fala ae!
Nada dito neste site e verdade.