Você não deveria estar lendo isso. Mas, já que está... Este é o blog de Kami-sama.

Diga, você não espera várias listas do que eu gosto, do que leio, etc etc aqui, certo? Pergunte. Curioso/a.




Bio

Pode chamar de: Kat, Bandanna. 20 anos. Masculino. Alto, moreno, cavanhaque, cabelos longos, óculos escuros. Contate.

Humor. Não muda.

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14.5.04


Sim, eu sei que post de lyrics é chato.

Mas, a letra dessa música, assim como a forma como ela é cantada, me... pegou, mais de que o costume. Desde detalhes triviais como minha aracnofobia, até o refrão, feito perfeitamente pra mim... e é do Blink182. Vá entender. Se alguém sofre com o inglês ae, eu creio que posso traduzir.

Hello there, the angel from my nightmare
The shadow in the background of the morgue
The unsuspecting victim of darkness in the valley
We can live like Jack and Sally if we want
Where you can always find me
We'll have Halloween on Christmas
And in the night we'll wish this never ends
We'll wish this never ends

(I miss you I miss you)
(I miss you I miss you)

Where are you and I'm so sorry
I cannot sleep I cannot dream tonight
I need somebody and always
This sick strange darkness
Comes creeping on so haunting every time
And as I stared I counted
Webs from all the spiders
Catching things and eating their insides
Like indecision to call you
and hear your voice of treason
Will you come home and stop this pain tonight
Stop this pain tonight

CHORUS X2

Don't waste your time on me you're already
The voice inside my head (miss you miss you)
Don't waste your time on me you're already
The voice inside my head (miss you miss you)



Assim disse Kat as 22:44.

Fala ae!



12.5.04


I don't like the drugs (but the drugs like me)

or

A pill to make you numb, a pill to make you dumb, a pill to make you anybody else?


Assim disse Kat as 23:41.

Fala ae!



11.5.04


Andando por uma praia de águas muito escuras e areias muito brancas, há um jovem. O vento acaricia seus cabelos, gelado, cheio do mar e de futuros incertos. O sol agride seu torso nu, reflete em seus óculos, muito claro, muito simples, muito óbvio. Seus pés afundam na areia, que invade o espaço por entre seus dedos. Ele anda muito devagar, sem fazer som algum, sem olhar pra lugar algum além das águas. A praia é muito uniforme, mesmo em suas imperfeições; a luz reflete em ângulos dolorosos nas rochas, cinzas, afiadas, como lixo que o mar recusa, que não pode macular a perfeição das águas que rolam, silenciosas. O vento é ruidoso, as águas não produzem som. Os olhos do jovem estão fixos, mesmo por trás da barreira de seus óculos de lentes negras, que teimam em não protegê-lo da luz. Ele ainda não pode enfrentar a água, se entregar à água, flutuar livre no silêncio e frio da água. Mas a água não se importa com isso, a água apenas espera. Tudo volta pra água, eventualmente. Quando ele quiser, ela estará lá. Ele pode ouvir suas vozes, seus risos, seus choros e gritos, mas não há mais ninguém nesta praia além dele. O jovem nem sempre esteve nessa praia, mas este é seu único lugar, o último refúgio, o último degrau. Só lhe resta as águas.

O jovem se senta na areia e fita o mar.


Assim disse Kat as 23:27.

Fala ae!




If all there is
And all there was
Could fit in my hand
Then I would clench
And laugh until the end of time

If all I can feel
And all I've felt
Could fit in a few words
I'd write it down
And burn it away

If all I have done
Would sum up to a word
This world would be short
And sweet, and painful
And no poetry would come of it


Assim disse Kat as 01:22.

Fala ae!

Nada dito neste site e verdade.