Já continuarei com os sonhos. Antes...
12.10.2003
Sonhos.
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Há uma praia, de areias muito claras, e de um mar muito escuro. Algumas rochas despontam aqui e ali, e a areia é muito fina, que corta a pele quando venta, e venta muito aqui. Sol. Bastante sol, também. As ondas vêm bater na praia dolorosamentes lentas, de uma maneira que pode ser tudo menos natural. A luz do sol não reflete na água como deveria. Nunca há ninguém nesta praia além de você e ela... e muitas vezes você não está realmente aqui, você simplesmente observa. Ela nem sempre está feliz, mas também nem sempre está triste. As vezes ela anda à beira d'agua, as vezes ela senta e olha o mar, e, umas poucas vezes, ela canta. Entretanto... ela nunca sorri quando você está aqui com ela. Ela nunca canta quando você está aqui com ela.
Antiparadisia.
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É uma cidade, mas não a sua. É uma cidade de arquitetura um pouco antiquada, com casas e prédios feitos de pedra e tijolos, um quê europeu. Os dias são nublados, as noites são claras. Frio, mas um frio quase agradável, um frio que combina com o lugar. Venta bastante aqui também. Ela nem sempre está aqui, mas você sempre está. É uma cidade parecida com você, mas você não é querido aqui. As vezes, os seus amigos estão aqui, alguns deles em especial. O dragão, a fada, a vampira, o elfo... eles visitam esse lugar. Eles são os únicos aqui que não estão tentado lhe machucar. Mesmo assim... você gosta daqui. É calmo, e quieto, e há estrelas pra se ver, e ruas sombrias. Mas todos aqui odeiam você. E ela nunca está aqui, e você nunca é feliz aqui.
Urbana.
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É uma casa, cercada por uma varanda e, além dela, grama e céu azul. A varanda tem chão frio, vigas de madeira, e sombra. A casa é simples, feita de tijolos, pintada de cor clara. Você pode ouvir um cachorro ao longe. Ela sempre está aqui, e você também. Voces já estiveram aqui, lembra-se? Era a casa de sua irmã. Mas não há ninguém aqui além dela e você e, por um momento ou mais, ela ama você aqui. Ela se deita no seu colo, e você acaricia seu cabelo, e você está feliz. Então uma criança aparece. Essa criança é sua, e você fica feliz em vê-la. Você a abraça, e brinca com ela de uma maneira que você nunca conseguiu fora daqui, e ela sorri pra você. Até que a mãe se levante, e vá embora, e então você não consegue mais sorrir para a sua filha, e ela também se levanta e vai embora. Você fica sozinho. Na sombra de um telhado de telhas, sentindo o cheiro dela na brisa, você está sozinho.
Reality Prime.
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Há mais sonhos, mas não há mais tempo. Haverá tempo depois.
Assim disse Kat as 18:34.
Fala ae!
12.9.2003
"I feel like a broken person... no one would ever want to share their lives with a broken soul... The worst part is... at some point your defenses come down and you believe for a moment that someone could accept and love you for what you are. ... Then reality kicks in. The truth is, nobody can really entirely embrace another person for what they truly are, and it's only a matter of time before their dissatisfaction brings them to leave. ... If I only didn't have hope, I could live with all this..."
Assim disse Kat as 15:04.
Fala ae!
12.8.2003
Há uma história a ser contada. A história da minha vida. Aos poucos.
Hoje, eu conversei no telefone.
Assim disse Kat as 14:45.
Fala ae!
Nada dito neste site e verdade.